Sai-me a alma pela boca e um vazio entra para o lugar... Perco anos, lembranças, estórias, momentos, num simples olhar... Procuro o ar para respirar e afogo-me em cinza, e vejo o luar... Por ironia do destino, ou mesmo como um sinal que me surge para me acarinhar, a lua surge no meu caminho, cheia e esplêndida, como se quisesse iluminar-me, como se quisesse acompanhar-me e dar-me uma palavra de amor, e mostrar que não me iria faltar nunca. Pois eu acredito nela, ela que nunca me faltou.
Sei que nunca mais vou ser o mesmo. Sei que vou melhorar, crescer e aprender, porque nem sempre as coisas correm bem, e nem sempre somos quem queremos ser, nem estamos como queremos estar.
Nada acontece por acaso, e o acaso neste caso apanhou-me. Não o procurei mas ele sempre me acompanhou. Viajo no tempo em busca do tempo em que tudo era fácil, em que tudo estava bem. Não foi assim à pouco tempo, mas o tempo não pára e acaba por nos apanhar...
Sai-me a alma pela boca e eu não a consigo apanhar....
Sei que nunca mais vou ser o mesmo. Sei que vou melhorar, crescer e aprender, porque nem sempre as coisas correm bem, e nem sempre somos quem queremos ser, nem estamos como queremos estar.
Nada acontece por acaso, e o acaso neste caso apanhou-me. Não o procurei mas ele sempre me acompanhou. Viajo no tempo em busca do tempo em que tudo era fácil, em que tudo estava bem. Não foi assim à pouco tempo, mas o tempo não pára e acaba por nos apanhar...
Sai-me a alma pela boca e eu não a consigo apanhar....
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